Dec 12, 2017

Nos 64 anos da Petrobrás, trabalhadores gaúchos lutam em defesa da soberania nacional

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No dia em que a Petrobrás celebra 64 anos, os trabalhadores e trabalhadoras de diversos segmentos, se unem aos movimentos sociais, centrais sindicais e a Frente Brasil Popular, para manifestar em todo o Brasil pela defesa da estatal e pela soberania nacional. No Rio Grande do Sul, a jornada de luta começou pela manhã com um ato em frente à Refap. A mobilização contou com a presença de representantes dos Sindicatos dos Metalúrgicos de Canoas e o de São Leopoldo, do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras por Direitos (MTD), Bancários, CPERS, Assurfgs, Sindicato dos Professores, Intersindical e CUT.

Para a presidente do CPERS, Helenir Aguiar, o desenvolvimento do Brasil estava nas mãos do pré-sal: “Tínhamos uma expectativa com o pré-sal, e o que vimos foi a quadrilha de Brasília acabar com tudo isso. A luta de vocês é a nossa luta. Temos que combater esse entreguismo”, manifestou a dirigente.

Sérgio, o representante do SindBancários, falou sobre o desmonte das estatais com o desgoverno Sartori: “Não podemos nos calar. Também estamos vendo o desmanche acontecer aqui no estado, com as estatais e os bancos públicos. O Banrisul será fechado por ideologia desse governo, e não por problemas econômicos.

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O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, fez uma analogia com a situação: “eles (os golpistas) estão fazendo pequenos furtos diários, não tiveram coragem de fazer um assalto a mão armada. A Petrobrás poderia estar na linha de frente, capitaneando o Brasil, e o que acontece agora é um total abandono. Toda essa conversa aqui na frente não é dita para ser jogada ao vento, é para multiplicar, avisar os amigos e vizinhos do que está acontecendo”, disse.  

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O diretor do Sindipetro-RS, Dary Beck Filho, encerrou as falações: “a riqueza do Brasil está ameaçada de ser entregue a grupos multinacionais, pela política golpista e entreguista do governo Temer.

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O ato principal ocorreu no Rio de Janeiro, começando em frente à sede da Eletrobrás, no centro da cidade, de onde os manifestantes seguiram em caminhada para a sede da Petrobrás e do BNDS,  reunindo mais de 30 mil pessoas e contando com a participação do ex- presidente Lula.  

 

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